Leiria bate recorde com mais de 450 mil visitantes em espaços culturais em 2025
O número de entradas no Castelo de Leiria, museus e restantes espaços culturais do concelho ultrapassou as 450 mil em 2025, anunciou hoje o município.
No total, a soma dos vários dados divulgados pela Câmara de Leiria, perfaz 450.942 visitantes e espetadores em monumentos, museus, projetos expositivos, áreas de entretenimento e salas de espetáculo.
Será um novo recorde de visitas, tendo em conta que em 2024 o município tinha anunciado um novo máximo de procura, com 328.731 visitantes na oferta cultural do concelho.
Em todo o caso, os números relativos a 2025 incluem as entradas no Teatro José Lúcio da Silva (92.154) e Black Box (4.733), não contabilizados em 2024, e também no Centro de Artes Villa Portela (16.130), inaugurado em setembro.
O espaço mais procurado em Leiria continua a ser o Castelo, que recebeu 121.371 visitas em 2025, menos cerca de 3.500 do que em 2024.
A quebra de visitas verificou-se em quase todos os serviços culturais, com exceção do Centro Cultural Mercado de Sant’Ana (pátio, auditório e galeria), que cresceu de 32.853 para 118.199, Banco das Artes Galeria (de 10.754 para 11.003), Teatro Miguel Franco (de 27.191 para 27.891) e Cine-Teatro de Monte Real, que reabriu após obras (de 50 para 998).
Museu de Leiria (14.751 entradas), m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento (14.254), Centro de Diálogo Intercultural de Leiria – Igreja da Misericórdia e Casa dos Pintores (13.991), Moinho do Papel (12.621), Agromuseu D. Julinha (2.445), Centro de Interpretação Abrigo do Lagar Velho (401) foram os restantes espaços cujos dados foram divulgados.
Segundo o município, os resultados de 2025 refletem “a consolidação de um modelo cultural coerente e integrado, onde museus e património funcionam como plataformas de conhecimento, participação e criação”.
A estratégia visa afirmar Leiria “como referência nacional na gestão do património e na museologia contemporânea”.
A Câmara de Leiria acrescentou que, paralelamente à programação cultural, foram feitos investimentos em “projetos de investigação, digitalização, inventário, registo fotográfico e conservação e restauro de bens culturais dos acervos do Museu de Leiria, m|i|mo, Agromuseu Municipal D. Julinha e arte pública”.